O maior museu a céu aberto do mundo é um encanto à parte. Da natureza que se estende por todos os 140 hectares de área, às galerias de arte que recebem obras de artistas nacionais e internacionais.
O Instituto Inhotim é como um refúgio para a criatividade, um local de reconexão de diversas maneiras e, o melhor, o local continua se atualizando mesmo com 23 galerias espalhadas em toda a sua extensão – tem novidade no Inhotim e, além disso, nós da Belvitur, agência oficial do Instituto Inhotim, queremos compartilhar um pouco sobre suas galerias de arte.
O que não deixar de ver no Inhotim?
Ao desembarcar no Instituto Inhotim recomendamos que veja com calma todo o espaço e, de quebra, ainda tenha um roteiro do que deseja visitar no espaço, para que sua visita seja ainda mais proveitosa, principalmente se pretende conhecer o espaço em 1 dia. Mas, caso tenha programado visitá-lo em mais 1 ou 2 dias, desfrute da sua visita com calma.
O Inhotim dispõe de obras de arte ao ar livre, como a produção de Hélio Oiticica, artista carioca, que criou a obra chamada de “Invenção da Cor, Penetrável Magic Square #5”, uma das mais fotografadas e conhecidas do museu, por suas cores contrastantes com a natureza e com o céu azul.
Além disso, o espaço também possui galerias de arte que abrigam obras de diversos artistas. Importantes nomes deixam marcas no Instituto Inhotim como nomes nacionais, Adriana Varejão, Cildo Meireles e internacionais, Carlos Garaicoa (artista cubano), Doug Aitken (norte americano), entre outros.
Novidade: o Inhotim ganhou mais uma galeria permanente
A nova galeria é dedicada à artista japonesa Yayoi Kusama, que exibe duas obras imersivas da artista, esta que ficou em evidência recentemente após uma parceria com a marca de luxo francesa Louis Vuitton.
O novo pavilhão no Inhotim reserva obras que seguem a famosa linha artista de Kusama, uma delas denominada de “I’m Here, But Nothing” (“estou aqui, mas não sou nada”, em tradução livre), foi criada em 2000, segue com seus pontos e “bolinhas” brilhantes por todo o espaço que lembra o de uma sala de estar.
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Já a outra obra, no mesmo pavilhão, chamada de “Aftermath of Obliteration of Eternity” (“consequências da obliteração da eternidade”, em tradução livre), criada em 2009 e também faz uso de luzes para criar um ambiente imersivo e artístico.

E como funcionam as exposições temporárias no Inhotim?
Além das galerias fixas, que contam com obras de diversos artistas, o Inhotim também recebe exposições temporárias, que ficam espalhadas em quatro galerias principais: Lago, Fonte, Praça e Mata. As exposições são renovadas para que o espaço continue sempre em contato com novidades da arte e apresentando novos trabalhos.
Além disso, alguns artistas também são convidados pelo Inhotim a criar novas interpretações de coleções e desenvolver novos projetos. Ou seja, sempre que visitar o museu é possível se surpreender e encontrar novidades.
Como planejar minha visita ao Inhotim?
O acervo do Inhotim conta com obras criadas desde 1960 até os dias atuais, além de um espaço criativo e cultural, também reflete muita história. Então, recomendamos que sua visita ao maior museu a céu aberto do mundo seja planejada com calma para aproveitar tudo o que o Instituto Inhotim oferece.
Pensando nisso, a Belvitur é a agência especializada em visitas ao Inhotim e oferece pacotes personalizados para garantir que sua experiência seja única e inesquecível. Além disso, nossos agentes de viagem podem contribuir em todo o planejamento de viagem para conhecer Belo Horizonte e, claro, o Instituto Inhotim, localizado a cerca de 60 km da capital mineira. Reserve agora mesmo sua viagem com a Belvitur e embarque numa jornada pelo Inhotim.


