Estados Unidos anunciam novas exigências para viagens internacionais

 

Na última quarta-feira (1), o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou novas ações para o combate a COVID-19 no país, que já confirmou dois casos da nova variante, Ômicron. 

Entre elas, estão mais uma exigência para a entrada de estrangeiros no país, que agora precisam realizar o teste RT-PCR no dia anterior a viagem.  

O que era exigido desde o início de novembro, quando as fronteiras foram reabertas com medidas mais flexíveis para entrada de estrangeiros, se mantém.  

Como está a pandemia nos Estados Unidos? 

O presidente Joe Biden, desde o início de seu mandato, investiu na vacinação da população e prometeu investir na vacinação do mundo, com doações de doses para outros países. Até o momento, cerca de 58,9% da população dos Estados Unidos estão completamente imunizadas.  

No início do ano, foram anunciados postos de vacinação para a população em geral, inclusive estrangeiros, nos pontos turísticos mais conhecidos e em farmácias de Nova York, Miami e Orlando.  

Com a variante Delta, que provocou uma nova onda de contágios e hospitalizações, principalmente em pessoas não vacinadas, as campanhas se intensificaram ainda mais.  

Após a confirmação dos casos da linhagem Ômicron, as fronteiras para 6 países africanos foram fechadas e os postos passarão a abrir a inclusive durante a noite, para aplicar doses de reforço na população. 

A vacinação preventiva, segundo a Casa Branca, continua sendo o principal investimento para combate a pandemia, a fim de controlar a incidência de casos graves, devido aos picos de contaminação que estão ficando mais recorrentes nas últimas semanas. 

O que preciso para viajar? 

Com o novo comunicado, os documentos necessários para estrangeiros entrar nos EUA são: 

  • Visto americano; 
  • Passaporte; 
  • Teste RT-PCR com resultado negativo, realizado 24 horas antes de viajar; 
  • Permissão Internacional para Dirigir (caso tenha necessidade) 
  • Comprovante de imunização completa contra a COVID-19 concluída, no mínimo, duas semanas antes da viagem; 
  • Certificado Internacional de Vacinação. 

É recomendado, também, que o viajante adquira um Seguro Viagem, apesar de não ser exigido, já que os custos com saúde no país são os mais caros do mundo. Lembre-se de conferir se o seguro adquirido tem cobertura para tratamento e testes para casos de COVID-19. Ficou com dúvidas ou precisa de ajuda? A Bel pode te ajudar.